“Suave” é afirmação da fé profana, da insistência, do amor. O material de trabalho principal do grupo é aquela coisa que sempre esquecemos: estar vivo, ou a felicidade, derivam única e simplesmente da qualidade das relações humanas, dos encontros. Não tem horário, valor, cenário. Como já disse Clarice Lispector “não existem lugares, existem pessoas”. Todas as vezes em que viajamos, foram eles que fizeram o país existir. A qualidade desse encontro é  um tesouro. Meu trabalho aqui é farejar como um cão: onde há mais vida, onde é mais intenso, com dor ou não: é por alí que vamos. Assim surge o que apresentamos para vocês.

O grupo teve início em 2014 com a criação do espetáculo “Suave”, dirigido pela coreógrafa Alice Ripoll a convite da Associação Cultural Panorama com o projeto Entrando na Dança, em que jovens de regiões periféricas do Rio de Janeiro foram selecionados para trabalhar com coreógrafos atuantes na dança contemporânea.
Tendo como inspiração o passinho, novo estilo de dança urbana oriundo do funk carioca, o espetáculo Suave se destacou por sua energia única, a qualidade dos seus performers e o refinamento da estrutura criada pela coreógrafa.

O segundo espetáculo do grupo, “Cria” nasceu em 2017  inspirado na dancinha, estilo de dança derivado do passinho, e explora uma mistura de afeto e sensualidade através do entrelaçamento do funk com a dança contemporânea, e de uma potente pesquisa sonora.

A Cia. já circulou por diversos festivais e teatros como HAU - Hebbel Am Ufe, Tanzhaus NRW, Mousonturm, HELLERAU, CND - Centre National de la Danse, Festival de la Cité Lausanne, Hamburg Summer Festival, Zurich Theater Spektakel e Noorderzon Performing Arts Festival.


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Foto: Renato Mangolin
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